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jul 18, 2012 - Últimas Notícias   

Sarau Poético e Musical com AELN em Tramandaí

A Patrona da 3ª Feira do Livro de Inverno, Evanise Gonçalves Bossle, convida a todos para participar do Sarau Poético e Musical com AELN e convidados, dia 20 de julho, sexta-feira, às 19 horas, no Pavilhão Cultural no Centro de Eventos na 23ª Festa Nacional do Peixe.

Fonte: Assessoria de Imprensa da AELN

jul 17, 2012 - Últimas Notícias   

Curiosidades do meio literário!

O escritor Wolfgang Von Goethe escrevia em pé. Ele mantinha em sua casa uma escrivaninha alta.

O escritor Pedro Nava parafusava os móveis de sua casa a fim que ninguém os tirasse do lugar.

Gilberto Freyre nunca manuseou aparelhos eletrônicos. Não sabia ligar nem sequer uma televisão. Todas as suas obras foram escritas a bico-de-pena, mesmo o mais extenso de seus livros, Ordem e Progresso, de 703 páginas.

Euclides da Cunha , Superintendente de Obras Públicas de São Paulo, foi o engenheiro responsável pela construção de uma ponte em São José do Rio Pardo (SP). A obra demorou três anos para ficar pronta e, alguns meses depois de inaugurada, a ponte simplesmente ruiu. Ele não se deu por vencido e a reconstruiu. Mas, abandonou a carreira de engenheiro.

Machado de Assis , nosso grande escritor, ultrapassou tanto as barreiras sociais como as físicas. Machado teve uma infância sofrida pela pobreza e ainda era míope, gago e epiléptico. Enquanto escrevia Memórias Póstumas de Brás Cubas, Machado foi acometido por uma das suas piores crises intestinais, com complicações para a sua frágil visão. Os médicos recomendaram-lhe três meses de descanso em Petrópolis. Sem poder ler, nem redigir, ditou grande parte do romance para a esposa, Carolina.

Graciliano Ramos era ateu convicto, mas tinha uma Bíblia na cabeceira só para apreciar os ensinamentos e os elementos de retórica. Por insistência da sogra, casou na igreja com Maria Augusta, católica fervorosa, mas exigiu que a cerimônia ficasse restrita aos pais do casal. No segundo casamento, com Heloísa, evitou transtornos: casou logo no religioso.

Aluísio de Azevedo tinha o hábito de, antes de escrever os seus romances, desenhar e pintar, sobre papelão, as personagens principais, mantendo-as na sua mesa de trabalho, enquanto escrevia.

José Lins do Rego era fanático por futebol. Foi diretor do Flamengo carioca e chegou a chefiar a delegação brasileira no Campeonato Sul-Americano, em 1953.

Aos dezessete anos, Carlos Drummond de Andrade foi expulso do Colégio Anchieta, em Nova Friburgo (RJ), depois de um desentendimento com o professor de português. Imitava com perfeição a assinatura dos outros. Falsificou a do chefe durante anos para lhe poupar trabalho. Ninguém notou. Tinha a mania de picotar papel e tecidos. “Se não fizer isso, saio matando gente pela rua”. Estraçalhou uma camisa nova em folha do neto. “Experimentei, ficou apertada, achei que tinha comprado o número errado. Mas não se impressione, amanhã lhe dou outra igualzinha.”

Em uma das viagens a Portugal, Cecília Meireles marcou um encontro com o poeta Fernando Pessoa no café A Brasileira, em Lisboa. Sentou-se ao meio-dia e esperou em vão até as duas horas da tarde. Decepcionada, voltou para o hotel, onde recebeu um livro autografado pelo autor lusitano. Junto com o exemplar, a explicação para o “bolo”: Fernando Pessoa tinha lido o seu horóscopo pela manhã e concluído que não era um bom dia para o encontro.

Érico Veríssimo era quase tão taciturno quanto o filho Luís Fernando, também escritor. Em uma viagem de trem a Cruz Alta, Érico fez uma pergunta a que o filho respondeu quatro horas depois, quando chegavam à estação final.

Clarice Lispector era solitária e tinha crises de insônia. Ligava para os amigos e dizia coisas perturbadoras. Imprevisível, era comum ser convidada para jantar e ir embora antes de a comida ser servida.

Monteiro Lobato adorava café com farinha de milho, rapadura e içá torrado (a bolinha traseira da formiga tanajura), além de Biotônico Fontoura. “Para ele, era licor”, diverte-se Joyce, a neta do escritor. Também tinha mania de consertar tudo. “Mas para arrumar uma coisa, sempre quebrava outra.”

Manuel Bandeira sempre se gabou de um encontro com Machado de Assis, aos dez anos, em uma viagem de trem. Puxou conversa: “O senhor gosta de Camões?” Bandeira recitou uma oitava de Os Lusíadas de que o mestre não lembrava. Na velhice, confessou: era mentira. Tinha inventado a história para impressionar os amigos. Foi escoteiro dos nove aos treze anos. Nadador do Minas Tênis Clube, ganhou o título de campeão mineiro em 1939, no estilo costas.

Guimarães Rosa , médico recém-formado, trabalhou em lugarejos que não constavam no mapa. Cavalgava a noite inteira para atender a pacientes que viviam em longínquas fazendas. As consultas eram pagas com bolos, pudins, galinhas e ovos. Sentia-se culpado quando os pacientes morriam. Acabou abandonando a profissão. “Não tinha vocação. Quase desmaiava ao ver sangue”, conta Agnes, a filha mais nova.

Mário de Andrad e provocava ciúmes no antropólogo Lévi-Strauss, porque era muito amigo da mulher dele, Dina. Só depois da morte de Mário, o francês descobriu que se preocupara em vão. O escritor brasileiro era homossexual.

Vinicius de Moraes , casado com Lila Bôscoli, no início dos anos 50, morava num minúsculo apartamento em Copacabana. Não tinha geladeira. Para aguentar o calor, chupava uma bala de hortelã e, em seguida, bebia um copo de água para ter sensação refrescante na boca.

José Lins do Rego foi o primeiro a quebrar as regras na ABL, em 1955. Em vez de elogiar o antecessor, como de costume, disse que Ataulfo de Paiva não poderia ter ocupado a cadeira por faltar-lhe vocação.

Jorge Amado, para autorizar a adaptação de Gabriela para a TV, impôs que o papel principal fosse dado à Sônia Braga. “Por quê?”, perguntavam os jornalistas. Jorge respondeu: “O motivo é simples: nós somos amantes.” Ficou todo mundo de boca aberta. O clima ficou mais pesado quando Sônia apareceu. Mas ele se levantou e, muito formal disse: “Muito prazer, encantado.” Era piada. Os dois nem se conheciam até então.

O poeta Pablo Neruda colecionava de quase tudo: conchas, navios em miniatura, garrafas e bebidas, máscaras, cachimbos, insetos…


Vladimir Maiakóvski tinha o que atualmente chamamos de Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). O poeta russo tinha mania de limpeza e costumava lavar as mãos diversas vezes ao dia, em uma espécie de ritual repetitivo e obsessivo.

A preocupação excessiva com doenças fazia com que o escritor de origem tcheca Franz Kafka usasse roupas leves e só dormisse de janelas abertas – para que o ar circulasse -, mesmo no rigoroso inverno de Praga.

O escritor estadunidense Ernest Hemingway passou boa parte da sua vida tratando de problemas de depressão. Apesar de a ajuda especializada, o escritor foi vencido pela tristeza e amargura crônicas. Hemingway deu fim à própria vida com um tiro na cabeça.


O poeta e artista plástico Mário Feijó era administrador de empresas. Trabalhou a vida inteira para sustentar a família. Foi casado três vezes, teve cinco filhos, oito netos (até 2012); e só se dedicou aos seus livros alguns anos depois de aposentado. Antes fazia revisão de livros e teses. Porém escrevia desde adolescente.

jul 5, 2012 - Últimas Notícias   

Abertura da 3.ª Feira do Livro de Inverno de Tramandaí

Ocorreu nesta quarta-feira (04.07) a abertura oficial da 3.ª Feira do Livro de Inverno de Tramandaí. Com a participação do prefeito municipal Anderson Hoffmeister, de secretárias de Cultura e  Educação de Tramandaí e municípios vizinhos, e de integrantes da AELN (os escritores Rodrigo Trespach, Carmem Oliveira, Mário Feijó, Solange Barbosa, Ulda Melo, Fábian Mariotti e Leda Saraiva). A patrona da Feira de Inverno  desse ano, que ocorre paralela com a Festa Nacional do Peixe, é a escritora Evanise Gonçalves Bossle, também integrante da AELN.

Confira a programação aqui.


Fonte: Assessoria de Imprensa da AELN.

jul 3, 2012 - Últimas Notícias   

1ª Mostra Nacional de Contadores de Histórias

A 1ª Mostra Nacional de Contadores de Histórias ocorrerá na programação do 5º Seminário A Arte de Contar Histórias, realizado anualmente na Feira do Livro de Porto Alegre.

O evento tem como objetivo promover, difundir e divulgar as manifestações artísticas de contação de histórias realizadas pelo país afora, destacando e incentivando o trabalho de contadores individuais, profissionais ou não, ligados ou não a instituições promotoras do livro e da leitura.
A Mostra nos permitirá conhecer contadores de histórias dos mais diversos estilos, que utilizam as mais variadas linguagens, vindos de diferentes cidades do país. Também incentivará, certamente, a prática do ouvir e contar histórias, o aprimoramento das habilidades de comunicação de cada contador de histórias, bem como o resgate deste momento específico em que o conto não só é veículo de informação, mas também objeto de prazer, lazer e convívio social.

PERÍODO:
A Mostra acontecerá nos dias 9,10 e 11 de novembro de 2012, no QG dos Pitocos, o espaço das crianças em idade pré-escolar na Área Infantil e Juvenil da 58ª Feira do Livro de Porto Alegre.

INSCRIÇÕES:
As inscrições serão gratuitas e podem ser feitas, de 10 de junho a 25 de setembro, por qualquer contador de histórias brasileiro ou residente no Brasil.
Cada contador poderá se inscrever para contar uma única história adequada para crianças em idade pré-escolar, com duração máxima de 10 minutos.
No formulário de inscrição (que pode ser obtido no link http://www.camaradolivro.com.br/arquivos/528.doc), devem constar o nome completo, o nome artístico (se for o caso), o endereço e os telefones do contador, assim como breve currículo, relação de atividades desenvolvidas na área da contação de histórias, o título da história a ser apresentada, o nome de seu autor e dados relativos a sua publicação.
Os formulários de inscrição devem ser entregues/enviados à Câmara Rio-Grandense do Livro (Rua Osvaldo Cruz, 15 – sala 1708 – 90030-160 – Porto Alegre – RS) ou ao e-mail agenda@camaradolivro.com.br, aos cuidados de Rafael Cardozo. Caso sejam enviados por correio, recomenda-se que sejam postados até 20 de setembro, de forma que não haja risco de serem recebidos extemporaneamente.
O uso de microfone será obrigatório. Não será possível utilizar cenário ou iluminação específicos para cada história, uma vez que se apresentarão 5 contadores por dia, um após o outro, sem tempo para trocas  demoradas.
DA SELEÇÃO:
Comissão integrada por representante da equipe da Área Infantil e Juvenil da Feira do Livro de Porto Alegre e pelo coordenador do Seminário A Arte de Contar Histórias selecionará cinco contadores para cada um dos 3 dias da Mostra.
Os nomes dos contadores selecionados serão divulgados no site da Câmara Rio-Grandense do Livro, entre 26 e 30 de setembro de 2012, e serão inseridos na programação da Feira do Livro.

DAS APRESENTAÇÕES:
Serão 5 apresentações individuais por dia e cada contador apresentará uma só história, sempre no horário das 14 às 15h, no QG dos Pitocos, na Área Infantil e Juvenil da Feira do Livro de Porto Alegre.
Cada apresentação deverá ter a duração máxima de 10 minutos e, ao final, é possível que haja um bate-papo com a plateia.

DA PREMIAÇÃO:
Os contadores selecionados deverão cobrir suas próprias despesas de viagem (passagem e hospedagem).
A Câmara Rio-Grandense do Livro se compromete a fornecer ticket de alimentação (almoço e jantar) no dia da apresentação de cada contador.
Os contadores selecionados receberão certificado de participação na Mostra e terão vagas garantidas para participar da programação do Seminário A arte de contar histórias.
Comissão composta pelos 2 profissionais convidados do dia do Seminário A Arte de Contar Histórias” e pelo coordenador do evento escolherá o Destaque do Dia,  que receberá um troféu da Câmara Rio-Grandense do Livro.

SOBRE O PÚBLICO DA MOSTRA:
O público da Mostra será constituído por crianças em idade pré-escolar, acompanhadas de professores e/ou pais.

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