Últimas Notícias Programação da 26.ª Moenda da Canção
Fonte: Assessoria de Imprensa
Últimas Notícias Fonte: Assessoria de Imprensa
Últimas Notícias A Patrona da 3ª Feira do Livro de Inverno, Evanise Gonçalves Bossle, convida a todos para participar do Sarau Poético e Musical com AELN e convidados, dia 20 de julho, sexta-feira, às 19 horas, no Pavilhão Cultural no Centro de Eventos na 23ª Festa Nacional do Peixe.
Fonte: Assessoria de Imprensa da AELN
Últimas Notícias O escritor Wolfgang Von Goethe escrevia em pé. Ele mantinha em sua casa uma escrivaninha alta.
O escritor Pedro Nava parafusava os móveis de sua casa a fim que ninguém os tirasse do lugar.
Gilberto Freyre nunca manuseou aparelhos eletrônicos. Não sabia ligar nem sequer uma televisão. Todas as suas obras foram escritas a bico-de-pena, mesmo o mais extenso de seus livros, Ordem e Progresso, de 703 páginas.
Euclides da Cunha , Superintendente de Obras Públicas de São Paulo, foi o engenheiro responsável pela construção de uma ponte em São José do Rio Pardo (SP). A obra demorou três anos para ficar pronta e, alguns meses depois de inaugurada, a ponte simplesmente ruiu. Ele não se deu por vencido e a reconstruiu. Mas, abandonou a carreira de engenheiro.
Machado de Assis , nosso grande escritor, ultrapassou tanto as barreiras sociais como as físicas. Machado teve uma infância sofrida pela pobreza e ainda era míope, gago e epiléptico. Enquanto escrevia Memórias Póstumas de Brás Cubas, Machado foi acometido por uma das suas piores crises intestinais, com complicações para a sua frágil visão. Os médicos recomendaram-lhe três meses de descanso em Petrópolis. Sem poder ler, nem redigir, ditou grande parte do romance para a esposa, Carolina.
Graciliano Ramos era ateu convicto, mas tinha uma Bíblia na cabeceira só para apreciar os ensinamentos e os elementos de retórica. Por insistência da sogra, casou na igreja com Maria Augusta, católica fervorosa, mas exigiu que a cerimônia ficasse restrita aos pais do casal. No segundo casamento, com Heloísa, evitou transtornos: casou logo no religioso.
Aluísio de Azevedo tinha o hábito de, antes de escrever os seus romances, desenhar e pintar, sobre papelão, as personagens principais, mantendo-as na sua mesa de trabalho, enquanto escrevia.
José Lins do Rego era fanático por futebol. Foi diretor do Flamengo carioca e chegou a chefiar a delegação brasileira no Campeonato Sul-Americano, em 1953.
Aos dezessete anos, Carlos Drummond de Andrade foi expulso do Colégio Anchieta, em Nova Friburgo (RJ), depois de um desentendimento com o professor de português. Imitava com perfeição a assinatura dos outros. Falsificou a do chefe durante anos para lhe poupar trabalho. Ninguém notou. Tinha a mania de picotar papel e tecidos. “Se não fizer isso, saio matando gente pela rua”. Estraçalhou uma camisa nova em folha do neto. “Experimentei, ficou apertada, achei que tinha comprado o número errado. Mas não se impressione, amanhã lhe dou outra igualzinha.”
Em uma das viagens a Portugal, Cecília Meireles marcou um encontro com o poeta Fernando Pessoa no café A Brasileira, em Lisboa. Sentou-se ao meio-dia e esperou em vão até as duas horas da tarde. Decepcionada, voltou para o hotel, onde recebeu um livro autografado pelo autor lusitano. Junto com o exemplar, a explicação para o “bolo”: Fernando Pessoa tinha lido o seu horóscopo pela manhã e concluído que não era um bom dia para o encontro.
Érico Veríssimo era quase tão taciturno quanto o filho Luís Fernando, também escritor. Em uma viagem de trem a Cruz Alta, Érico fez uma pergunta a que o filho respondeu quatro horas depois, quando chegavam à estação final.
Clarice Lispector era solitária e tinha crises de insônia. Ligava para os amigos e dizia coisas perturbadoras. Imprevisível, era comum ser convidada para jantar e ir embora antes de a comida ser servida.
Monteiro Lobato adorava café com farinha de milho, rapadura e içá torrado (a bolinha traseira da formiga tanajura), além de Biotônico Fontoura. “Para ele, era licor”, diverte-se Joyce, a neta do escritor. Também tinha mania de consertar tudo. “Mas para arrumar uma coisa, sempre quebrava outra.”
Manuel Bandeira sempre se gabou de um encontro com Machado de Assis, aos dez anos, em uma viagem de trem. Puxou conversa: “O senhor gosta de Camões?” Bandeira recitou uma oitava de Os Lusíadas de que o mestre não lembrava. Na velhice, confessou: era mentira. Tinha inventado a história para impressionar os amigos. Foi escoteiro dos nove aos treze anos. Nadador do Minas Tênis Clube, ganhou o título de campeão mineiro em 1939, no estilo costas.
Guimarães Rosa , médico recém-formado, trabalhou em lugarejos que não constavam no mapa. Cavalgava a noite inteira para atender a pacientes que viviam em longínquas fazendas. As consultas eram pagas com bolos, pudins, galinhas e ovos. Sentia-se culpado quando os pacientes morriam. Acabou abandonando a profissão. “Não tinha vocação. Quase desmaiava ao ver sangue”, conta Agnes, a filha mais nova.
Mário de Andrad e provocava ciúmes no antropólogo Lévi-Strauss, porque era muito amigo da mulher dele, Dina. Só depois da morte de Mário, o francês descobriu que se preocupara em vão. O escritor brasileiro era homossexual.
Vinicius de Moraes , casado com Lila Bôscoli, no início dos anos 50, morava num minúsculo apartamento em Copacabana. Não tinha geladeira. Para aguentar o calor, chupava uma bala de hortelã e, em seguida, bebia um copo de água para ter sensação refrescante na boca.
José Lins do Rego foi o primeiro a quebrar as regras na ABL, em 1955. Em vez de elogiar o antecessor, como de costume, disse que Ataulfo de Paiva não poderia ter ocupado a cadeira por faltar-lhe vocação.
Jorge Amado, para autorizar a adaptação de Gabriela para a TV, impôs que o papel principal fosse dado à Sônia Braga. “Por quê?”, perguntavam os jornalistas. Jorge respondeu: “O motivo é simples: nós somos amantes.” Ficou todo mundo de boca aberta. O clima ficou mais pesado quando Sônia apareceu. Mas ele se levantou e, muito formal disse: “Muito prazer, encantado.” Era piada. Os dois nem se conheciam até então.
O poeta Pablo Neruda colecionava de quase tudo: conchas, navios em miniatura, garrafas e bebidas, máscaras, cachimbos, insetos…
Vladimir Maiakóvski tinha o que atualmente chamamos de Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). O poeta russo tinha mania de limpeza e costumava lavar as mãos diversas vezes ao dia, em uma espécie de ritual repetitivo e obsessivo.
A preocupação excessiva com doenças fazia com que o escritor de origem tcheca Franz Kafka usasse roupas leves e só dormisse de janelas abertas – para que o ar circulasse -, mesmo no rigoroso inverno de Praga.
O escritor estadunidense Ernest Hemingway passou boa parte da sua vida tratando de problemas de depressão. Apesar de a ajuda especializada, o escritor foi vencido pela tristeza e amargura crônicas. Hemingway deu fim à própria vida com um tiro na cabeça.
O poeta e artista plástico Mário Feijó era administrador de empresas. Trabalhou a vida inteira para sustentar a família. Foi casado três vezes, teve cinco filhos, oito netos (até 2012); e só se dedicou aos seus livros alguns anos depois de aposentado. Antes fazia revisão de livros e teses. Porém escrevia desde adolescente.
Últimas Notícias Ocorreu nesta quarta-feira (04.07) a abertura oficial da 3.ª Feira do Livro de Inverno de Tramandaí. Com a participação do prefeito municipal Anderson Hoffmeister, de secretárias de Cultura e Educação de Tramandaí e municípios vizinhos, e de integrantes da AELN (os escritores Rodrigo Trespach, Carmem Oliveira, Mário Feijó, Solange Barbosa, Ulda Melo, Fábian Mariotti e Leda Saraiva). A patrona da Feira de Inverno desse ano, que ocorre paralela com a Festa Nacional do Peixe, é a escritora Evanise Gonçalves Bossle, também integrante da AELN.
Confira a programação aqui.

Fonte: Assessoria de Imprensa da AELN.
Últimas Notícias A 1ª Mostra Nacional de Contadores de Histórias ocorrerá na programação do 5º Seminário A Arte de Contar Histórias, realizado anualmente na Feira do Livro de Porto Alegre.