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Venha saborear estas gostosuras!
Escolha, leve, doe, troque
saboreie estes livros na praça!
Eles não engordam e são de graça!
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Últimas Notícias Jornal Dimensão, Tramandaí/RS, 07.12.2012.
A Academia de Escritores do Litoral Norte há cinco anos tenta levar cultura aos jovens e ao mesmo tempo divulgar o trabalho de escritores locais. Diversos eventos são organizados neste sentido durante todo o ano nas praias gaúchas.
A Academia de Escritores do Litoral Norte surgiu em abril de 2007, juntamente com a primeira Feira do Livro de Capão da Canoa, nesta ocasião os escritores do Litoral Norte se reuniram para debater a produção literária da região. Um segundo encontro foi marcado pelos organizadores, e viu-se a necessidade da criação de uma associação não só para divulgar o trabalho dos escritores locais, como também, para levar o conhecimento e a cultura para as crianças e adolescentes do litoral.
Com essa ideologia surgiu a Academia de Escritores do Litoral Norte, dirigida por Rodrigo Trespach, ele explica que a principal dificuldade dos escritores da região é com a divulgação do trabalho escrito. “É difícil entrar na mídia, as feiras, da mesma forma, tendem a buscar escritores famosos e muitas vezes não reconhecem os escritores da região. Mesmo assim, acredito que estamos crescendo neste sentido e hoje temos bancas reconhecidas em algumas feiras do Litoral Norte e dentro de escolas”.
O diretor salienta que os escritores geralmente possuem uma atividade paralela, além da literatura, e a falta de tempo tende a ser outro empecilho para o trabalho. Ele, por exemplo, atua em uma loja de celulares, e faz um trabalho histórico, em que é preciso se deslocar a museus e bibliotecas para estudar a cultura das cidades escolhidas. Por isso, precisou aprender a organizar a vida em função da literatura e das atividades da academia.
Apesar dos empecilhos, Trespach ama o que faz e acredita que vale apena o sacrifício, um ônus de escrever no litoral, segundo ele, é a paisagem inspiradora que guia as mãos dos poetas e cronistas.
Trespach destaca a importância da Feira do Livro no trabalho dos escritores, pois aquele é o lugar em que o trabalho é mais divulgado, e a partir dali, muitas vezes passa a ganhar maior repercussão nas mídias.
O diretor salienta também que a Academia participa de diversas atividades em escolas, e essa interação entre leitores e escritores é fundamental para o trabalho. “Mais do que divulgar livros, nós estamos levando a cultura. Não queremos formar escritores, mas ajudar a formar cidadãos, com cada vez mais cultura e conhecimento”.
Trespach explica ainda que publicar os livros é complicado, e geralmente são escolhidas editoras pequenas da própria região para que o custo seja menor, no entanto, tais editoras, não possuem um grande poder de divulgação, por isso, os próprios escritores se encarregam de fazer este trabalho. “Se estamos aqui é porque amamos o que fazemos, somos muito unidos nesse sentido, um ajuda o outro, um divulga o trabalho do outro e assim vamos levando”, conta.
Um dos trabalhos produzidos pelo grupo são as Antologias, ou seja, livros que possuem textos de todos os escritores da Academia. A primeira Antologia foi publicada em 2009, três construções dessa magnitude já foram feitas, e o quarto livro já está pronto e diagramado e deve ser lançado no início de 2013.

Últimas Notícias No dia 30.11, durante a programação da 27.ª Feira do livro de Osório, ocorreu na Biblioteca Pública Fernandes Bastos, em Osório, a reinauguração da Galeria de Escritores Osorienses. Entre os escritores presentes Rodrigo Trespach e Suely Braga, da AELN.


Fonte: Assessoria de Imprensa.
Últimas Notícias O Prefeito Amauri Magnus Germano convida para o 8º aniversário da Casa de Cultura Erico Verissimo e o lançamento da 7ª Feira do Livro de Capão da Canoa – O galope da literatura nos ventos caponenses.
Data: 08/12/12
Hora: Às 19 horas
Local: Casa de Cultura Erico Verissimo
Secretaria Municipal deTurismo, Indústria e Comércio
Secretaria Municipal da Educação
Comissão Organizadora da Feira do Livro
Últimas Notícias Jornal Dimensão, 23/11/2012-29/11/2012
A escritora Ulda Melo nascida em Tramandaí, há 13 anos desenvolve um trabalho didático e pedagógico para levar a cultura da cidade aos alunos das escolas do município. O último trabalho de Ulda é o livro A Menina Tai nas Ondas do Saber, que engloba crianças da pré-escola ao primeiro ano, e já está sendo utilizado em todas as escolas municipais.
O trabalho da escritora iniciou em 1999, com o livro infantil Memórias, passado para crianças do quarto e quinto ano do Ensino Fundamental. Ela conta que a ideia de contar a história do município através de contos infantis surgiu da necessidade de mostrar a cultura de Tramandaí de forma lúdica para os alunos.
“Eu sempre gostei de escrever e trabalhei com pesquisas, devido à dificuldade de encontrar material didático sobre a história da cidade, resolvi apostar no projeto e deu certo”.
O segundo livro de Ulda foi a Rainha Tainha, lançado na Festa do Peixe em 2002. A obra conta a história de uma tainha que se deixou levar pelos pescadores para assumir o título de rainha na Festa do Peixe. O terceiro livro de Ulda, foi lançado em 2010, com o título Jardim de Criança,que fala sobre o primeiro contato dos alunos com a sala de aula, e apesar de ser uma obra infantil é aproveitada também por professores, pois demonstra como é importante o acolhimento na escola. “Este é um livro que fala sobre a postura do professor e como o afeto e o primeiro aprendizado são importantes na escola”.
A obra Jardim de Crianças foi classificada pela Associação Brasileira de Artes como um dos cinco melhores livros infantis do país. O último trabalho de Ulda é o livro A
Menina Tai Nas Ondas do Saber, que conta a história da filha da Rainha Tainha, no momento em que esta vai para a escola e é trabalhado com crianças da préescola ao primeiro ano no município de Tramandaí. Além disso, o livro está sendo oferecido para os de mais municípios do Litoral Norte, a escritora se dispõem a fazer um trabalho de pesquisa sobre a história da cidade em questão juntamente com as profissionais do meio e fornecer um material para ser estudado em sala de aula.
Ulda ressalta a importância do seu trabalho não só para formar seres humanos mais cultos e instruídos, mas também para que a história de Tramandaí não seja perdida. “É importante as crianças conhecerem a sua própria história.
No momento que tu conheces o lugar que tu vive tu passa a ter respeito e amor, passa a cuidar daquele local”. Além dos trabalhos pedagógicos a escritora foi editora dos livros: Meu Nome é Jorge e Menino da Caixa de Sapatos ambos de Jorge Luís Martins.
Ela também faz parte da Academia dos Escritores do Litoral Norte e escreveu em 2012 poesias e contos no livro da Associação, Antologia.
