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out 8, 2012 - Últimas Notícias   

Novo livro de Sinara Foss

Da vez anterior  que “viajaram” pela  lareira, Sissi e sua  turma  de amigos formada por  cães e gatos, foram parar  no ano de 2050. Essa aventura, foi  contada  no livro  Sissi  no Futuro. Agora, a simpática turminha  não viajou no tempo, não “desembarcou”  no Brasil, mas  sim, na África, mais  precisamente  em Kibera, a maior favela  do mundo.

O livro apresenta  uma abordagem um pouco diferente dos  livros  anteriores  da coleção, mas a mensagem é a mesma. Que devemos nos colocar no lugar do próximo  seja ele de que raça, sexo, ou especie for. Todos  temos  direitos, e não devemos  fazer ao outro  o que não queremos que façam conosco.

O livro mostra  também que  os personagens viajantes sofrem com  as misérias dos  moradores  da favela. Eles não estão alheios  àquilo tudo. Diferente da  maioria  dos humanos que veem, presenciam tudo o que  os animais  passam   sem sentir  qualquer emoção, Sissi e sua turma  sofrem muito. Eles se colocam no lugar daqueles habitantes da favela, em especial de uma  família, composta  por uma avó e  dois netinhos e tentam ajudar.

O livro é indicado para  todas as idades, em especial  as crianças e adolescentes, para que através  dessa história  aprendam a respeitar o outro.

O  livro será  lançado em Porto Alegre  no dia 20/10/2012, sábado das 19 às 21 horas, na Estilo  Bicho, Bourbon Shopping Country   –    Átrio – 3 andar,  em Porto Alegre. E  em Santo  Antonio da Patrulha, na  Feira  do Livro,  no dia  24 de Novembro.

Mais informações nos sites www.sinarafoss.com e www.authorsinarafoss.blogspot.com

set 13, 2012 - Últimas Notícias   

Luiz Coronel é o patrono da Feira do Livro de Porto Alegre 2012

A praça já tem seu novo símbolo. A Câmara Rio-Grandense do Livro, entidade promotora da Feira do Livro de Porto Alegre, anunciou há pouco Luiz Cornel como o novo patrono do evento.

Diferente dos outros anos, o nome do novo patrono não foi anunciado pelo presidente da CRL, Osvaldo Santucci. No encontro no Restaurante Moeda do Santander Cultural, ele passou o envelope para a patrona de 2011, Jane Tutikian que brincou:

– Cheguei aqui  com uma proposta muito séria de mudar os estutos da câmara e fazer o mandadato do Patrono ser de quatro em quatro anos – depois do momento de descontração, ela abriu o envelope e Luiz Coronel agradeceu:

– Ser Patrono é mais que uma eleição, é uma convocação – disse.

O novo patrono foi escolhido por um colegiado de notáveis dentre uma lista com 10 finalistas, o que representa uma mudança no processo de escolha _ desde 2008, os nomes vinham sendo escolhidos dentre cinco indicados, mas este ano a Câmara resolveu retomar a nominata de 10 finalistas adotada desde a segunda eleição pública para patrono, em 2001.

Os 10 patronáveis deste ano foram obtidos por uma votação entre os associados da Câmara da Livro, o que inclui livreiros e editores. O nome do patrono saiu de uma segunda votação, feita por um conselho cultural composto por figuras de destaque, pessoas ligadas à universidade, ex-patronos e dirigentes da Câmara, a quem foi pedido que votassem em três candidatos cada um, escolhendo-se daí o mais votado. Além de Luiz Coronel, também concorriam como patronáveis Airton Ortiz, Aldyr Garcia Schlee, Celso Gutfreind, Celso Sisto, Cíntia Moscovich, Cláudio Moreno, David Coimbra, Dilan Camargo, Fabrício Carpinejar.

Poeta, nascido em Bagé em 1938. Reside em Porto Alegre, onde trabalha como publicitário. É também compositor. Na sua obra, destaca-se a temática da terra e a tradição do cancioneiro sul-rio-grandense. Entre os títulos publicados, estão Mundaréu, Cavalos do Tempo e Clássicos do Regionalismo Gaúcho. Compilou causos da tradição campeira na trilogia O Cavalo Verde, O Cachorro Azul e o Gato Escarlate.

O novo patrono foi saudado pela patrona de 2011, Jane Tutikian. A Feira do Livro de Porto Alegre, que este ano realiza sua 58ª edição, vai de 26 de outubro a 11 de novembro.

Fonte: Carlos André Moreira, Zero Hora

set 6, 2012 - Últimas Notícias   

Escritora osoriense é homenageada em Porto Alegre

No dia 29 de agosto a escritora osoriense Norma Trespach, nascida no então distrito de Maquiné, foi homenageada como o prêmio Clave de Sol Destaque Cultural – Lançamento do Ano, pela segunda edição do livro Universo em Harmonia. O prêmio foi concedido pela Associação dos Empresários do RS, SC, PR e MERCOSUL. O troféu foi recebido na SOGIPA, em Porto Alegre. Norma é autora de quatro livros, editados pelas editoras Alcance e K2 MKt.


A escritora também foi homenageada no dia 25 de setembro, Dia do Soldado,  quando ascendeu a Centelha do Litoral Norte, na 75ª Corrida do Fogo Simbolico, no Parque Hitórico General Osório. Uma homenagem da Liga da Defesa Nacional, cujo presidente é o também osoriense Davenir Klagenberg.

Fonte: Assessoria de Imprensa
ago 22, 2012 - Últimas Notícias   

Sérgio Agra lança O corpo de Gioconda

Para o escritor Sérgio Agra, advogado radicado em Capão da Canoa desde 2005, a noite de 28 de agosto será especial. Além de comemorar mais um ano de vida, fará o lançamento, na Livraria Cultura, em Porto Alegre, de sua terceira obra. ‘O Corpo de Gioconda’, pela Editora Pragmatha, chega ao público leitor com uma coletânea de crônicas escritas nos últimos anos e publicadas na imprensa local e da região metropolitana. As crônicas, segundo o autor, têm como inspiração sua experiência diária.

Breve entrevista com o autor:

Quem é Sérgio Agra?

Sérgio Agra: Advogado diletante. Nasceu em Porto Alegre e reside, desde 2005, em Capão da Canoa, entre o mar de cultura e o rochedo da “resistência” aldeã onde, juntamente com um reduzido grupo de abnegados, batalhou pela cultura naquele município. Já foi quase tudo: graduando em comunicação social e psicologia, bancário, securitário, economiário, perdulário, funcionário público, professor de português e literatura, ator de teatro, católico, umbandista, turista internacional e freudiano. Colaborou para o Suplemento Mulher, do Jornal Folha da Tarde – Cia. Jornalística Caldas Jr. Atualmente escreve para os jornais Gazeta do Sul, de Santa Cruz do Sul, Costa do Mar&Serra, de Capão da Canoa, e Litoralmania, de Osório. Autor de “Não Permita, Deus, que eu Morra” (crônicas), “Mar da Serenidade” (novela) e, além deste “O Corpo de Gioconda”, está previsto, para o mês de outubro uma pequena novela infanto-juvenil “Uma Casa chamada Nazareth”.

O que escrever representa no seu cotidiano e leitura de mundo?

Sergio Agra: O divã do psicoterapeuta. Com a fundamental vantagem: não é pago!

Quais as maiores alegrias que o universo literário lhe proporcionam?

Sergio Agra: Os lançamentos de “Não Permita, Deus, que eu Morra” e “Mar da Serenidade”. Os troféus recebidos nos vários Concursos Literários, dentre os quais o Prêmio Apesul Correio do Povo – Revelação Literária.

Já teve frustrações, decepções?

Sergio Agra: As naturais de um autor “não abençoado” pela grande mídia.

Quem são seus autores preferidos?

Sergio Agra: Dostoievski, Tchekhov, Saramago, Umberto Eco,  Garcia Márquez, Horacio Quiroga. Machado de Assis, Guimarães Rosa e Érico Verissimo.

Como é sua rotina, para escrever?

Sergio Agra: As crônicas sempre partem de uma experiência vivenciada ou, o que é mais comum, após a leitura dos jornais diários. O conto, a novela, a narrativa longa tem sua estrutura, o “esqueleto” arquivado na minha memória. Quando os “canais”  se abrem me jogo no computador.

Quais são seus livros preferidos?

Sergio Agra: “Crime e Castigo” (Dostoievki), “Cem Anos de Solidão” (G.G.Márquez, “O Homem Duplicado” (Saramago), “As Virtudes da Casa” (Assis Brasil).

Em seu livro ‘O corpo de Gioconda’, em uma das crônicas o senhor declara seu amor pela ‘Olivetti’. Como o senhor avalia o avanço tecnológico, que também impacta na literatura?

Sergio Agra: É claro que a “Olivetti”, na crônica “A falta que ela também me faz”, é uma metáfora. O computador é uma ferramenta de grande valia. Em compensação, o que aparece de escrevinhador e pseudopoeta… No croniconto A imolação da lira dos vinte anos, por exemplo, escrevo sobre um fictício encontro de Machado de Assis e seus pares na ABL para discutirem sobre a ameaça da última invenção – a máquina de datilografia – e o que dali advirá. Para os imortais é o Apocalipse da grande literatura. E eles estavam certos. Quanto ao livro eletrônico, este vem sendo uma ferramenta cada vez com mais adeptos. No entanto, o livro, em sua textura, seu cheiro, este não desaparecerá jamais!

Em seus textos, percebe-se um cuidado especial com a palavra. Inversões frasais e recursos como travessões ditam o ritmo da leitura, mais charmoso, mais atento. Como o senhor foi cunhando seu estilo literário?

Sergio Agra: Nenhuma Oficina de Criação Literária fará do oficineiro um talentoso escritor. Porém, os mais atentos retiram dela o melhor que puderem. Minhas dificuldades antes da Oficina do Assis Brasil: na narrativa longa, o uso correto do tempo verbal; na crônica, o eco e a objetividade frasal. Com o tempo, procuro aprimorar a “musicalidade” da frase. Leio-a em voz alta, como se estivesse seguindo uma partitura. Se há sons dissonantes, paro e procuro a “nota” certa, sua harmonia no contexto.

SERVIÇO
O que: lançamento livro O Corpo de Gioconda
Autor: Sergio Agra
Editora: Pragmatha
Local: Livraria Cultura (Avenida Túlio de Rose, 80 – Passo da Areia, Porto Alegre)
Preço de capa: R$ 32,00
Informações: sergioagra@terra.com.br

Fonte: Sandra Veroneze/Litoralmania

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