abr 23, 2011 - Últimas Notícias   

AELN marcou presença neste sábado em Capão da Canoa

À exemplo do que ocorreu no último final de semana (17.04), quando do lançamento da Antologia II da AELN, a chuva não deu trégua ao Litoral Norte/RS. Nem por isso, no entanto, afastou o público da 5.ª Feira de Capão da Canoa.


Com um bom público presente participaram de sessões de autógrafos os escritores da AELN Cássia Message e Rosalva Rocha, apresentando o blog Pras noites de insones, Rubens Lace com A vida em crônicas, Ulda Mello com Um jardim de crianças, e Rodrigo Trespach com Borger, Justin, Schmitt e outras família de origem germânica.

Reforçando a identidade lusa no Litoral Norte/RS, estiveram prestigiando os escritores da AELN o diretor do Instituto Cultural Português, António Soares, e o pesquisador e ativista cultural, idealizador do Rota Açoriana, Ivo Ladislau.

O dia foi especial também porque a Comissão Organizadora da 5.ª Feira do Livro de Capão da Canoa homenageou Artur Pereira dos Santos a Mariza Simon, ambos da AELN, pela significativa contribuição à feira e à literatura caponense.


Fonte: Imprensa AELN

abr 22, 2011 - Últimas Notícias   

Sarau na 5.ª Feira do Livro de Capão da Canoa

Ontem, dia 21.04.11, na Feira do Livro de Capão da Canoa, nosso colega Mário Feijó apresentou um Sarau de Poesia, tendo como assistente de Palco a brilhante Vovó Literata. Além dos belíssimos poemas de Florbela Espanca, Carlos Drummond de Andrade, Vinícius de Moraes, Cecília Meireles, entre outros de sua lavra e de outros poetas teve a participação da Plateia: Izabel Genta (Arroio do Sal); Prof. Ana (Arroio do Sal); Vavá (Capão da Canoa); Profa. Ana Rute e Roger. O evento teve o complemento musical do Duo “O Cravo e a Rosa” que brilhantemente fez a parte musical. O evento teve a duração de uma hora.

Fonte: Imprensa AELN

abr 21, 2011 - Últimas Notícias   

Dia do Livro – Homenagem das associações culturais

DIA DO LIVRO – HOMENAGEM DAS ASSOCIAÇÕES CULTURAIS

HOMENAGEM DAS ASSOCIAÇÕES CULTURAIS

PARCERIA DO INSTITUTO CULTURAL PORTUGUÊS
DO PARTENON LITERÁRIO
DO MOVIMENTO TRADICIONALISTA GAÚCHO
DA ACADEMIA LITERARIA GAUCHA

Apoio do Instituto Cultural Nelson Fachinelli  e do Grêmio Literário Castro Alves


Dia 29 de abril – 19:30 horas
Instituto Cultural Português
R. Plácido de Castro-154 –  Azenha
Fones: 3072-3444; 3217-3487

ABERTURA, POR SANTA INÈZE DA ROCHA, DO INSTITUTO CULTURAL PORTUGUÊS
O ATO, POR ANTONIO SOARES

PARTE 1 – COMUNICAÇÕES E MANIFESTOS
– DIA DO LIVRO: IMPORTÂNCIA E SIGNIFICADO, por Paulo Luiz Vieira de Freitas, DA ORDEM NACIONAL DE ESCRITORES;
– A CRIAÇÃO POÉTICA, por José Moreira da Silva, DA ALGA;
– OS QUATRO ESTÁGIOS DA CRIAÇÃO LITERÁRIA – UMA VISÃO PESSOAL INSPIRADA PELA CABALA, por Rafael Bán Jacobsen, DO GRUPO LITERÁRIO REVISTA CAOSÓTICA;
– LITERATURA GAUCHESCA, por Luis Fernando de Figueiredo, DO MTG.

PARTE 2 – AUTORES E LIVROS
– AUTORES E LIVROS DO PARTENON LITERÁRIO, por Benedito Saldanha e Eloisa Porazza;
– AUTORES E LIVROS DO I. C. P. E RSLETRAS, por Antonio Soares.

PARTE 3 – EXPOSIÇÃO E DOAÇÃO DE LIVROS
Já inscritos para doação: Antonio Soares, José Moreira da Silva, Enio Kersting, Sergio Machado, Santa Inèze da Rocha e outros.

CONFRATERNIZAÇÃO

abr 20, 2011 - Textos históricos   

Origens da Páscoa

Origens da Páscoa

Por Rodrigo Trespach

Semelhante ao Natal a Páscoa, apesar de ter o caráter cristão de hoje, também está relacionada aos tempos do paganismo Indo-Europeu, principalmente dos povos germânicos. Em português o nome Páscoa está ligado etimologicamente a festa judaica da “Pessach” (passagem), que celebra a passagem do povo hebreu pelo deserto do Sinai durante 40 anos, que é contado no livro de Êxodo, na Bíblia.

A morte de Jesus em uma Páscoa judaica foi associada pelos primeiros seguidores de Cristo, antes de tudo também judeus como ele, como a imolação do cordeiro pascal realizado nessa festa. Jesus Cristo era o cordeiro (o filho) de Deus sacrificado para remissão dos pecados do homem. Sua suposta ressurreição no domingo de Páscoa foi assim associada a um ritual de passagem.

Em 325 d.C., no Concílio de Nicéia, famoso por proclamar muito dos dogmas cristãos, definiu-se também a data da Páscoa. A Páscoa, que encerra o que se denominou de a Paixão de Cristo com sua Ressurreição, ocorreria de acordo com o calendário lunar, conforme a tradição judaica, no primeiro domingo após a primeira lua cheia da primavera no hemisfério norte. Essa data variável ocorre entre 31 de março e 25 de abril.  No entanto, no hemisfério sul, nosso caso, a estação é o outono o que faz com que percamos a compreensão de alguns dos símbolos/significados dessa época.

Ao contrário das línguas com origem no latim, como o italiano, o espanhol e o próprio português, onde o nome da festa recebe influência da palavra hebraica Pessach – daí Pasqua, Pascua e Páscoa respectivamente – as línguas saxônicas, como o alemão e o inglês, usam outra palavra para designar a mesma festa, demonstrando a forte influência pagã. Para os alemães Páscoa é Ostern, para os ingleses Easter.

A religião dos germanos, assim como demais povos da antiguidade, estava geralmente ligada a produtividade da terra e os ciclos de plantação e colheita.  Natural que sua religião fosse o reflexo disso. Ostern, ou Easter, origina-se do nome da antiga deusa germânica da fertilidade Eostre ou Ostara. Eostre estava relacionada ao inicio da primavera (no hemisfério norte), e ao  Eostemonat o mês germânico para essa deusa. Apesar da cristianização, realizada sob a força da espada ainda até o século IX, os alemães, e suas antigas tribos, continuaram a acreditar em seus antigos deuses e tradições, guardando as datas dos solstícios e equinócios, alguns ritos e também símbolos sagrados.

Como exemplo dessa simbologia temos o carvalho. O carvalho era cultuado pelos antigos celtas, era um santuário/templo. Quando os primeiros padres cristãos entraram na germânia para a evangelização tiveram de aceitar certos “dogmas” pagãos, o que se transformou em uma espécie de sincretismo religioso. A própria igreja se utilizou disso para popularizar o cristianismo associando-o aos velhos costumes (mitos e lendas) pagãos.

A igreja procurou aos poucos eliminar alguns costumes e símbolos. Alguns, no entanto, permaneciam intocáveis. O carvalho foi um deles. Conta-se que quando os pregadores de São Bonifácio (672-755), o Apostolo da Germania, tentaram cortar um carvalho para erigir uma igreja no local foram mortos por aldeões que eles haviam “cristianizados”. Muitas igrejas na Alemanha, principalmente em áreas rurais, ainda tem até hoje ao lado do “templo cristão” (a igreja) um “tempo pagão” (o carvalho). A simbologia da Páscoa é outro exemplo, mesmo que ocultos, a maioria dos símbolos da Páscoa são pagãos.

O costume de utilizar ovos como presente também é uma tradição dos povos germânicos (alemães, austríacos, etc..) e dos povos eslavos (ucranianos, poloneses, etc..). Esse costume tem origem, ainda, em tradições pagãs relacionadas à deusa Eostre, deusa da fertilidade a qual o ovo, origem da vida, é símbolo.   O coelho, ou a lebre, igualmente estariam associados à deusa, devido a sua notória fertilidade. No entanto sabe-se que povos da antiguidade, como os persas e romanos, também já tinham esse costume de utilizar o ovo como presente a ser dado na época da primavera, época sempre associada pelos povos antigos como de renascimento, florescimento e fertilidade.

Ora, os germânicos estavam aceitando o cristianismo como religião mantendo os significados de sua antiga cultura, e a Páscoa (Ressurreição de Cristo) foi associada ao Eostemonat (florescimento/renascimento da vida).  Da mesma maneira que Cristo havia vencido a morte (a Paixão na Cruz) renascendo para a vida eterna na Páscoa (a Ressurreição), a primavera era uma passagem da morte (inverno) para a vida (verão) representada na festa para a deusa Eostre.

Com símbolos pagãos e mensagem cristã a Páscoa foi agregando ao longo dos séculos vários outros costumes, variando de um país para outro. Tendo em sua última roupagem os ovos de chocolate, que teriam sido um costume criado na França moderna.

abr 18, 2011 - Últimas Notícias   

Literatura para lavar e aquecer a alma

“Literatura para lavar e aquecer a alma”

Por Delalves Costa

A chuva e o frio de ontem (17.04.2011) à tarde não tiraram o entusiasmo dos escritores – palestrantes e ouvintes – e leitores, na 5ª Feira do Livro de Capão da Canoa. Sempre com excelente público nas bancas e em todas as atividades, o evento mais uma vez se destaca pela excelente organização e programação, atendendo a todos os públicos: infantil, infanto-juvenil e adulto.


É neste cenário “mágico”, com todos os ingredientes de um final de tarde de domingo, que a Academia dos Escritores do Litoral Norte – AELN/RS se fez presente, na companhia do escritor e palestrante Ricardo Silvestrin, que na ocasião representava o Instituto Estadual do Livro.

Com toda certeza, a Feira do Livro de Capão da Canoa está entre as melhores do Estado. No sábado, dia da abertura oficial, e ontem, todos se mostraram muito sensibilizados com a homenagem que os organizadores estão prestando ao imortal Moacyr Scliar, autor de tantas vindas a eventos literários no Litoral Norte. Ainda que a chuva e o frio tenham se instalado na cidade, ninguém arredou o pé do local. Talvez o lema mais apropriado para este domingo de feira seja: literatura para lavar e aquecer a alma.

E é neste clima que os escritores da AELN compareceram em peso. Já ao início da tarde, a banca da Academia contava com vários escritores – alguns integrantes da Comissão Organizadora e os demais convidados. Às 17h30min, iniciou o nosso encontro com a participação de Ricardo Silvestrin. A mesa de debate foi composta pelo presidente da AELN, escritor Mário Feijó, que, no papel de mestre de cerimônia, convidou a vice-presidente Marisa Simon e o escritor convidado. Os escritores e poetas da entidade também foram chamados um por um pelo presidente para compor a primeira fila da platéia. Para Feijó, “a presença de Silvestrin no encontro demonstra que o IEL está empenhado em valorizar autores de todas as regiões, e o escritor litorâneo precisa aproveitar esta oportunidade”.

Colocando-se inteiramente à disposição da Academia, Silvestrin traçou um panorama geral sobre projetos do IEL. Segundo ele, todos os gêneros serão contemplados, mas inicialmente o Instituto Estadual do Livro dará prioridade à poesia e ao conto. Sobre os escritores e poetas da nossa região fazer parte do catálogo do instituto, Silvestrin afirmou que “todos os autores que residem no interior do RS terão a chance de serem contemplados com projetos, desde que as obras estejam dentro dos critérios exigidos pelo edital”. Após o debate, ocorreu o lançamento da “Antologia II” da Academia dos Escritores. A 5ª Feira do Livro de Capão da Canoa segue até o dia 24 de abril, na Rua Pindorama e na Casa de Cultura Érico Veríssimo. Programe-se: segunda, terça e quarta-feira – 9h às 22h30min e feriado, sábado e domingo – 14h às 22h30min. Faça parte desta grande festa literária!



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