jul 27, 2011 - Concursos Literários   

II Concurso de Poesia Exaltando o Rio Grande e Rio Grande Lírico

A Estância da Poesia Crioula torna público que:
1) Estão abertas até 30 de Setembro de 2011 as inscrições para o 2º Concurso de Poesia “Exaltando o Rio Grande” e “Rio Grande Lírico”.
2) O Concurso “Exaltando o Rio Grande” terá como tema o homem gaúcho, seu meio e seus feitos.
3) O Concurso “Rio Grande Lírico” terá como tema o romantismo gaúcho – rural e urbano.
4) As poesias deverão ser inéditas, rimadas ou não, não devendo exceder a 120 versos ou linhas.
5) Junto aos poemas deverá constar o pseudônimo do autor.
5) Cada autor poderá concorrer com um trabalho em cada concurso.
6) Deverá acompanhar o trabalho um envelope menor, lacrado, contendo: pseudônimo, nome completo, endereço, telefone e e-mail (Se houver).
7) Deverá ser enviado junto com o trabalho, uma contribuição simbólica de R$ 10,00 (Dez reais), a título de inscrição.
8) Os trabalhos deverão ser encaminhados, em três cópias, sendo uma para cada avaliador, até o dia 30 de Setembro de 2011 para o seguinte endereço:

A Estância da Poesia Crioula – EPC
Rua Duque de Caxias, 1525, Conj. 49/D
CEP: 90.010-283 – Porto Alegre – RS – Brasil

9) Os trabalhos serão julgados por comissões especializadas, indicadas pela instituição promotora do concurso, sendo soberanas nas suas decisões.
10) Premiação: Os trabalhos selecionados do 1º ao 5º lugar receberão diploma.
Os trabalhos classificados em 1º, 2º e 3º lugares receberão Diploma e Troféu.

11) Os resultados serão proclamados e os prêmios conferidos em solenidade especial, em Porto Alegre, durante o mês de novembro de 2011.

Porto Alegre, 02 de Julho de 2011.

Cândido Brasil
Presidente E.P.C.
Cel: (51)92019127

jul 27, 2011 - Concursos Literários   

II Concurso Nacional de Sonetos Nilza Castro

A Estância da Poesia Crioula torna público que estão abertas as inscrições para o 2º Concurso Nacional de Sonetos Nilza Castro, em homenagem à poetisa Nilza Castro (1911-2002), exímia sonetista e Sócia-Fundadora desta entidade.

O seguinte regulamento normatiza o Concurso:

1) A partir desta data, até 30 de Setembro de 2011 estão abertas as inscrições para o 2º Concurso Nacional de Sonetos “Nilza Castro”.

2) O tema do concurso é livre.

3) O Soneto, inédito, deverá ser clássico, obedecendo métrica e rima.

4) Cada autor poderá concorrer com até dois sonetos.

5) O Soneto deverá ser enviado em três vias, nas quais conste, apenas, o pseudônimo do autor.

6) Deverá acompanhar o trabalho um envelope lacrado, contendo: pseudônimo, nome completo, endereço, telefone e e-mail (Se houver).

7) Deverá ser enviado, junto com o trabalho, uma contribuição simbólica de R$ 10,00 (Dez reais), a título de inscrição.

8) Os trabalhos deverão ser encaminhados, em três cópias, sendo uma para cada avaliador, até o dia 30 de Setembro de 2011 para o seguinte endereço:

Estância da Poesia Crioula – EPC
Rua Duque de Caxias, 1525, Conj. 49/D
CEP: 90.010-283 – Porto Alegre – RS – BRASIL

9) Os trabalhos serão julgados por comissão especializada, indicada pela instituição promotora do concurso, sendo soberana em suas decisões.

10) Premiação: Os trabalhos selecionados do 1º ao 5º lugar receberão diploma.  Os trabalhos classificados em 1º, 2º e 3º lugares receberão Diploma e Troféu.

11) Os resultados serão proclamados e os prêmios conferidos em solenidade especial, em Porto Alegre, durante o mês de novembro de 2011.

Porto Alegre, 02 de Julho de 2011.

Cândido Brasil
Presidente E.P.C.
Cel: (51)92019127

jul 25, 2011 - Últimas Notícias   

AELN no I Seminário Acadêmico Cultural

A AELN se fará presente no I Seminário Acadêmico Cultural que ocorre no próximo dia 20 de agosto em Cabo Frio, no Rio de Janeiro, através de seu presidente Mário Feijó. O tema do seminário é “Intercâmbio Cultural – o papel das instituições para um futuro mais produtivo“. Saiba mais sobre o seminário clicando nas imagens abaixo.

Fonte: Assessoria de Imprensa AELN

jul 25, 2011 - Poemas   

Anjo incompreendido

Anjo incompreendido

Mário Feijó , 25.07.11

Se você ouvir
O bater das asas
De alguma borboleta, Amy
Diga sim, sim, sim…

Se você escutar
Uma orquestra de batidas
De corações não diga não!
Não pode ser!

Tudo é possível
Agora onde você está
Até ver homens alados
E anjos em todo lugar…

Então diga sim!
Sim ao amor
Seja mais complacente
Porque todos querem te ajudar…

A vida é assim, Amy
Ela vai além da morte
Espero que compreendas
E que não pares de cantar…

jul 24, 2011 - Resenhas   

Não há silêncio que não termine

Livro Não há silêncio que não termine, de Ingrid Betancourt

Resenha: Cássia Message

O livro, publicado em 2010, traz a trajetória de sua autora na Amazônia colombiana, em poder das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).

Durante cerca de seis anos, Ingrid Betancourt, sequestrada em 2002, então candidata a presidência da Colômbia, ficou na selva à merce dos guerrilheiros, que a chamavam de chuca (velha), e lhe impunham todo tipo de maus tratos e castigos por suas tentativas de fuga (quatro no total) e reivindicações pela melhora da situação dos prisioneiros.

Além da forte narrativa política, o livro descreve o sofrimento da autora, sobrevivendo em condições subumanas, sem contato com os filhos, sofrendo a morte do pai, ocorrida apenas um mês após o sequestro, aterrorizada pelos guerrilheiros, que com crueldade desmoralizavam os prisioneiros, mantendo-os assim abalados e cada vez mais frágeis, impossibilitados de qualquer reação, lutando para manter a saúde física e mental.

Os prisioneiros passavam frio e fome, eram acorrentados pelo pescoço a árvores, eram obrigados a fazer suas necessidades e higiene em conjunto, em buracos cavados por seus carcereiros. Nessas condições, os piores sentimentos vinham à tona, como a mesquinhez na disputa pela comida, pelas acomodações, a traição dos companheiros, a desconfiança ante uma possível posição privilegiada de Ingrid e as críticas por seus constantes ataques aos carcereiros.

É a necessidade de enfrentar esses sentimentos, e a total transformação dos valores, que acaba voltando Ingrid para o sagrado, buscando na fé a força necessária para superar as humilhações, as críticas, os sofrimentos infligidos fosse pelos companheiros de cativeiro, fosse pela guerrilha:

“Incapaz de agir sobre o mundo, desloquei minha energia para agir em “meu mundo”. Queria construir um eu mais forte, mais sólido. (…) Seguramente Deus tinha razão e o Espírito Santo devia saber muito bem, pois se obstinava em não querer interceder em favor de minha liberdade. Eu ainda tinha muito que aprender.”

Outro aspecto abordado pela autora é a constatação de que o ideal revolucionário foi substituído pela ganância, a luta pelo poder e a busca de uma vida com valores semelhantes aos que dizem combater. Ingrid ainda encontrou idealistas, mas a vontade destes era facilmente subjugada pela força de um movimento financiando pelo narcotráfico.

Neste cenário transcorreram os seis anos de cativeiro de Ingrid Betancourt, libertada em julho de 2008, numa operação do exército colombiano, que chamou a atenção do mundo para o conflito vivido em nosso continente.

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