ago 17, 2016 - Poemas   

Não sei quem sou…

Por Carmem Regina
Não sei quem sou
Nem para onde vou,
Não sou mais quem fui.
As vezes sou atriz
Outras , espectador.
Vejo um mundo diferente,
Diferente vejo o amor
Tantas coisas ele dizia 
Hoje, vejo que era mentira.
Tenho a sensação,
Que minhas palavras se foram….
Perderam-se no tempo,
Então sofro
Calada
A cada dia….
Em todo momento.

jun 8, 2016 - Últimas Notícias   

Dia do Escritor Osoriense

Dentro da programação da Biblioteca Fernandes Bastos, de Osório em homenagem ao Dia do Escritor Osoriense – 8 de junho, a comunidade e historiadores tiveram a oportunidade de assistir nesta terça-feira, uma mesa redonda “Literatura, História e cenário artístico-cultural de Osório entre 1875 e 1933″com, Rodrigo Trespach e Anderson Alves Costa, dois grandes pesquisadores da cultura e história da cidade. Estiveram presentes autoridades locais, representante da Academia de Escritores do Litoral Norte, e público em geral.

005

Fonte:Assessoria de Imprensa.

maio 24, 2016 - Últimas Notícias   

Sarau da AELN em homenagem a João Simões Lopes Neto

Na noite do dia 17 de maio, aconteceu no Centro Cultural Conceição, em Osório, mais um Sarau Literário apresentado pela Academia de Escritores do Litoral Norte. A ocasião fez homenagem aos 100 anos de falecimento de um dos grandes nomes da cultura gaúcha, João Simões Lopes Neto. Um dos raros escritores da literatura brasileira que nunca deixou seu pago, mas propagou sua raça por todo o país sem, jamais, se afastar dele. João Simões Lopes Neto foi um dos fundadores da Academia Rio-Grandense de Letras e é o patrono de sua Biblioteca. Presentes à solenidade o presidente do Espaço Cultural Conceição, Sr. Rossano Teixeira, e diretoria à quem a AELN agradece a oportunidade desse Sarau e o lançamento de sua quinta Antologia.

13241250_1342135279136473_6441489479451172928_n 13254122_1342134895803178_6092763619248235479_n 13254596_1342136279136373_7424533122688605713_n

Fonte: Assessoria de Imprensa

maio 12, 2016 - Textos históricos   

Alferes Manoel Ferreira Porto Filho ganha iconografia

Alferes-Manoel-Ferreira-Porto-Filho2-251x300

O Centro de Estudos Históricos de Torres e Região (CEHTR) promoveu na sexta-feira, dia 6, a entrega ao Museu Histórico de Torres da iconografia do Alferes Manoel Ferreira Porto Filho, pioneiro na formação do núcleo urbano de Torres. A iconografia foi entregue à guarda Secretaria Municipal de Cultura e Esportes e ficará em exibição no Museu Histórico junto com um banner com informações sobre a vida e a obra do Alferes e seus Familiares.

Ao ato compareceram a prefeita Nilvia, o vice-prefeito Brocca, o presidente da Câmara, Davino Lopes (descendente do Alferes), secretária Clarice Brovendan, vereadores Machado (PRB) e Gimi (PMDB), representantes da Academia dos Escritores do Litoral Norte, jornalista Célia Victorino e historiadora Leda Saraiva, representando a municipalidade de Imbé, e membros do CEHTR que coordenado pelo jornalista Nelson Adams Filho. Além dos descendentes do Alferes, o escritor e pesquisador Diderô Lopes, o pesquisador e genealogista Marco Antônio Velho Pereira e o professor Ennio Ferreira Porto.

VANA0748

O trabalho de reconstituição da imagem do Alferes foi feito pelo artista e artista Jorge Herrmann com base em fotografias e pinturas de rostos dos descendentes. Diderô Lopes fez uma explanação sobre a vida e a obra do Alferes que, com sua família, ajudou a constituir o nucleamento de Torres no início do século XIX. O Alferes foi o comandante da Guarda e Registro das Torres, aqui chegando por volta de 1803. Também foi comandante-substituto do Baluarte Ipiranga, 2º forte que existiu em Torres, entre 1819 e 1850 (o 1º forte foi o São Diogo das Torres, construído em 1776 e ambos localizados no Morro do Farol). Os descendentes do Alferes foram e são pessoas de importância na comunidade torrense do século XIX e até os dias atuais, com ativa participação social, política e econômica na cidade.

Diderô Lopes é também um dos maiores pesquisadores atuais sobre a trajetória do Alferes em Torres e com seu trabalho vem ajudando a reconstituir momentos importantes da História de Torres, como a implantação da Capella de São Domingos das Torres (a partir de 1815), a construção propriamente dita da igreja (entre 1820 e 1824). Aspectos, datas, momentos, informações que faziam parte da historiografia existentes e começam a ser revistos e reajustados à realidade, com base em documentos e fontes primárias.

O CEHTR foi criado há cerca de um ano tendo como uma de suas propostas o aprofundamento dos estudos e pesquisas sobre a História de Torres. Reúne pesquisadores, escritores, professores, jornalista e demais interessados no estudo da História de Torres. A reuniões do CEHTR são mensais.

Fonte: Nelson Adams Filho

Páginas:«1...13141516171819...162»