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ago 18, 2010 - Últimas Notícias   

Inscreva-se no Prêmio AGES Livro do Ano

Inscreva-se no Prêmio AGES Livro do Ano

O prêmio é uma escolha de escritores para escritores onde todo livro publicado pode ser indicado. A escolha, no entanto, é feita apenas por associados da AGEs em sete categorias: Narrativa Longa, Narrativa Curta, Crônica, Poesia, Literatura Juvenil, Literatura Infantil e Não-ficção.

Inscrições abertas até dia 08 de setembro, aproveite!
> Inscrição no Prêmio – para livros de Sócios Ativos
> Inscrição no Prêmio – para livros de demais escritores gaúchos
> Regulamento do Prêmio

Fonte: AGES

ago 16, 2010 - Últimas Notícias   

AELN define metas de valorização do escritor no LN/RS

A Diretoria da Academia dos Escritores do Litoral Norte/RS, em reunião realizada no último dia 14, na cafeteria Café com Letras, em Osório, deu um grande passo ao tomar importantes decisões em prol da valorização do escritor no Litoral Norte. A decisão mais comemorada foi com relação à contratação dos escritores membros da Academia para palestra e oficina, em eventos literários em instituições culturais e de ensino. A partir de agora, o contratante será orientado a entrar em contato com a Academia dos Escritores e buscar as informações necessárias sobre o autor desejado, ficar a par dos valores e das palestras e oficinas disponíveis.

A proposta de valorizar o escritor da nossa região – apresentada pelo presidente da entidade Delalves Costa – foi “descrita” pelos demais membros da diretoria como fator determinante para o reconhecimento definitivo dos nossos escritores. Isso se tornou possível pelo atual momento da Academia dos Escritores, que está atuante e comprometida com a cultura no Litoral Norte. Para os escritores membros da diretoria Delalves Costa (Presidente), Leda saraiva (1ª Secretária), Artur Santos (1º Tesoureiro), Rosalva Rocha (2º Tesoureiro), que se mostraram unânimes à proposta, a forma como a Academia está se posicionando em favor do escritor é um avanço para todos que “fazem da palavra escrita um instrumento em defesa da humanidade, já que texto lido é conhecimento adquirido”.

Fonte: Diretoria da AELN

ago 12, 2010 - Últimas Notícias   

Exposição na Alemanha

“Auswanderungen nach Brasilien: am Beispiel der Familie Dreßbach – Emigração para o Brasil: a família Dressbach como exemplo“.
 
Local: Heimatmuseum der Gemeinde Gründau, Obergasse 20, 63584 Gründau-Niedergründau.
Data de abertura: 05.09.2010 das 14:00 às 17:00 hs – a exposição segue em Gründau até o final de 2010.

Utilizando a família Dressbach como exemplo, que deixou a Alemanha em 1824, a Geschichtsverein Gründau organizou um roteiro com mapas explicativos da viagem desde a Alemanha, passando pelos portos de Hamburg e Rio de Janeiro, São Leopoldo até a colônia de Três Forquilhas, no Litoral Norte do RS (fundada em 1826), para contar a história da emigração de alemães para o sul do Brasil.

 
A exposição, que é a junção de trabalhos efetuados no Brasil e na Alemanha, apresenta dados das pesquisas de Rodrigo Trespach (História, UNIASSELVI) publicadas em dois livros (2007 e 2010), o trabalho fotográfico de Tiago Trespach (Administração, FACOS/CNEC) que documenta em fotos a colônia de Três Forquilhas desde 2007, e o trabalho do pesquisador Klaus von Berg (Geschichtsverein Gründau e.V).
 
O projeto e os preparativos iniciaram em 2009 e se intensificaram com uma visita de Maria Elena Boeckel dos Santos ao Brasil, em janeiro de 2010. Serão 4 banners explicativos com textos de Rodrigo Trespach e tradução de Maria Elena Boeckel e mais de 30 fotos de Tiago L. Trespach.
 
A exposição tem o apoio para divulgação do evento na Alemanha do Consulado-Geral do Brasil em Frankfurt, através do Sr. Cônsul-Geral do Brasil Cézar Amaral.
 
Página da Geschichtsverein Gründau e.V. e Heimatmuseum der Gemeinde Gründau: http://www.geschichtsverein-gruendau.eu
Página do Consulado-Geral do Brasil em Frankfurt, em alemão: http://frankfurt.itamaraty.gov.br/de/kultur.xml
Página do Consulado-Geral do Brasil em Frankfurt, em português: http://frankfurt.itamaraty.gov.br/pt-br/atividades_culturais.xml
 
ago 11, 2010 - Últimas Notícias   

Luiz Antônio Alves lança livro

Luiz Antônio Alves lança “Criúva: um povoado brasileiro” dia 19 de agosto, às 18h na Secretaria de Cultura de Caxias do Sul, e no dia 21 de agosto, às 10h no Salão Paroquial de Criúva. Para mais informações acesse www.fuj.com.br

O novo livro do escritor caxiense  Luiz Antônio Alves encarna quatro personalidades que fazem parte de sua vida literária: a de Economista, Historiador, Genealogista e Poeta.

Criúva: um povoado brasileiro (Porto Alegre, RS. Evangraf, 2010, 220 páginas) inicia contando um pouco da História da região serrana, do povoamento, das sesmarias, tropeiros, da criação de gado (bovino, ovino, equino e muar). Apresenta fatos poucos conhecidos como a tentativa de criação de um município que se chamaria Rio Branco ainda no inícío do século XX e a concessão de terras a filhos de escravas, numa contradição ao sistema existente na época. A economia baseada na vocação pastoril, rural e adaptada a natureza surge como o fator de sobrevivência das primeiras famílias orignárias de São Paulo, Parana, Santa Catarina e do Arquipélago dos Açores chegadas à região a partir de 1747. A fase da anexação à Caxias do Sul, numa batalha política que proporcionou duas eleições para valer apenas uma num contraditório entre dois grupos que tinham laços com idéias emancipacionastas e não de incorporação a um novo município.
Com base em inúmeras entrevistas com personagens que viveram em tempo passados, o escritor  descreve alguns vestígios culturais que permanecem entre famílias com diversos sobrenomes, incluindo portugueses, italianos, alemães e poloneses. Num estilo próprio inventaria povo e poesia, numa comparação entre a cultura local e as letras musicadas pelos Irmãos Bertussi. Afirma que a dupla de gaiteiros produziu foi cantar nos bailes e serenatas a própria cultura do povo serrano e ressalta que os mesmos, descendentes de imigrantes italianos incorporaram a vida da fazenda e da lida campeira pela parte da mãe (Jovelina Medeiros de Siqueira).
Nesta situação, segundo ele, muitos descendentes de imigrantes italianos conseguiram esquecer da Itália e de seu idioma (ou dialeto); se aquerenciaram nos rodeios, Ctgs e fazendas de gaudérios que ainda lembram de tempos heróicos vividos pelos seus antepassados. E faz uma provocação ao final: – Criúva é um povoado brasileiro que sobrevive numa região que tenta ser italiana…
É o contraste e ao mesmo tempo, um texto que indica a secular diferença entre o homem do campo com o homem urbano. Costumes, linguajar, mitos, religiosidade e até mesmo personalidades diferentes dos que vivem na cidade. Também apresenta a Genealogia das primeiras famílias que povoaram a chamada Fazenda Palmeira dos Ilhéus citando vários descendentes famosos ou não, que pertencem a este retrato de uma parte da grande família brasileira.
A emérita Professora Loraine Slomp Giron, prefaciando a obra, aponta que “quem muito sonhou com a democracia e a liberdade não sabe mais o que sonhar – sem sonhos não há poesia. É possível fazer poesia com a mercadoria? Marx e Engels já a fizeram no manifesto comunista ‘que tudo que é sólido se desfaz no ar’. Gregório de Matos percebeu o perigo de escrever ‘o prudente varão há de ser mudo’. Assim, os poetas pasmados olham o passado, ou citam Baudelaire ‘para não serem os escravos martirizados do Tempo’. Em Criúva se unem os colonos agricultores descendentes de imigrantes italianos e alemães e os lusos, onde as cavalhadas e as Festas do Divino se reúnem à fé em Santo Antônio e Nossa Senhora do Caravaggio. Críúva reúne o campo e colônia, em que ambos tem de melhor, onde como cantam os gaiteiros serranos: ‘o amor a terra foi deixado como herança'”.
Para a espôsa Sandra Maria Schmith Alves (que escreve na ‘orelha’ no livro), o autor tipifica vestígios culturais de uma região específica que mantémlaços eternos com diversas cidades brasileiras. Antropologica e sociologicamente reconstrói uma visão de nosso passado a partir de um modelo caipira, gaudério, de um povo do interior, rural e quase sempre esquecido pelas elites nacionais”.
Enfim, o Alves indica que muitas pessoas não se dão conta de que as Capelas, Vilas e pequenos Povoados também têm História. O interior do Brasil guarda um Partrimônio Cultural incalculável!

Fonte: Divulgação, www.fuj.com.br

 

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