Browsing "Poemas"
jan 13, 2010 - Poemas   

O Recomeço

O Recomeço

Por Rosalva Rocha
11/01/2010

Novo ano,
Vida nova,
Esperanças renovadas,
Novos projetos e, especialmente,
Busca de equilíbrio.
Equilíbrio para suportar a dor,
Gozar o amor,
Transpor obstáculos,
Mudar, girar, contornar e, quem sabe, até flanar…
Equilíbrio para saber esperar as respostas que não virão,
As esperanças que não se concretizarão,
E a alegria demasiada pelas conquistas que não estarão previstas.
Equilíbrio para continuar acreditando que há muito por fazer,
Há muito por crer,
Há muito por crescer.

Chegou o tempo da virada,
Da grande virada, onde a doação
Será a tônica neste ano que se inicia.
Preciso retribuir ao mundo o que ele
Me proporcionou até aqui.
Certamente, se isto acontecer, 2010 valerá a pena!

jan 8, 2010 - Poemas   

Histórias

Histórias

Por Evanise Gonçalves Bossle

Escrevi histórias em rascunhos
e esqueci…
Mas depois de muito tempo
encontrei-as novamente.
Já não são somente histórias,
são pedaços de minha alma,
são janelas de meu mundo,
meu passado, meu presente
e meu futuro.

jan 8, 2010 - Poemas   

Verão

Verão

Por  Evanise Gonçalves Bossle

Milho verde, água de coco
sol e mar,
calor intenso, protetor.
Bebida gelada, sorvete de creme,
ventilador.
Uma música suave
ou uma batida mais forte,
cervejinha a beira mar.
À noite ver o pintor de azulejos,
o atirador de facas,
artesãos pelas calçadas,
ver artistas sem palco
sem pagar entrada.
Esse o verão na praia.

dez 14, 2009 - Poemas   

O tempo do balanço

O tempo do balanço

Por Rosalva Rocha
Sto. Antônio da Patruha, 14/12/2009

 

Inevitável!
O tempo do balanço chegou. Tento fugir, mas ele me persegue.
E penso: quem ousou determinar que, nesta época do ano, seja necessário que se faça um balanço da nossa vida?
O balanço não poderia ser feito todos os dias ou, pelo menos, mensalmente?
Não, nesta época ele surge contundente todos os dias e, no meu caso, a procrastinação se faz presente e vou deixando para amanhã, na esperança de que o amanhã seja um tempo muito distante. Mas a passagem do ano se aproxima… Preciso fazê-lo!
Preciso resgatar da memória os feitos, os desfeitos, os amores, os desamores;
Preciso enumerar quais os projetos que foram efetivamente realizados;
Quais as esperanças do ano anterior que se tornaram realidade;
Quais as conquistas que me deixaram feliz e quais as que não foram consideradas por pura ausência de percepção;
Preciso entender o porquê das surpresas boas ou ruins que apareceram;
Preciso pedir o perdão;
Medir o amor que foi dado e também o amor que me foi tirado;
Preciso medir a fé, especialmente em mim;
A esperança que não pode desaparecer;
Os dias que fizeram diferença;
As pessoas que passaram a fazer diferença e as que deixaram de fazer diferença;
Quanta coisa!
Foram quase 400 dias vividos e neles tantas coisas aconteceram…
Alguns dias muito frios, mas acalentados por muita paz interior e, ao mesmo tempo,
Outros muito quentes com uma profusão de gélidos acontecimentos.
Mas vivi… sofri… amei… perdoei… realizei… e acabei mais próxima da minha família;
Granjeando mais amigos;
Conhecendo-me melhor;
E tendo a certeza de que tudo valeu a pena.
Já não fujo mais! Nem de mim, nem dos outros…

 

dez 9, 2009 - Poemas   

Poesia de Natal

NATAL
Por Suely Braga
 
           O pisca-pica das luzes importadas
           nas janelas,nos edifícios,nas sacadas,.
           ofusca o brilho das estrelas,
          no bojo da noite penduradas.
          Pirilampos cintilantes, nos jardins e nas ramadas.
          As vitrines enfeitadas.
          As árvores com bolas coloridas,
          fantasiadas de neves de algodão.
           Imponentes nas casas,nas lojas ,na repatição.
          O Papai Noel desce numa nuvem ,
          montado,no seu trenó prateado.
          A cidade, policromia de cores,
          incendeia de amores.
          O menino,triste descalço,calção furado.
          Parado.Não resiste.
          Olhinhos admirados,
          Comtempla os brinquedos,extasiado.
          Numa gruta afastada,outro Menino envolto em panos.
          Nasce e renasce a cada ano.
          Uma esrtrela resplandecente
          guia oa Magos do Oriente,
           que oferecem presentes.
          Repicam os sinos na catedral
          anunciando um novo tempo.
          Um tempo sem tempo para o mal.
          O Menino fecundo traz ao mundo doente,
          descrente,materializado,robotizado,
          sufocado pela dor:
          PAZ, COMPREENSÃO E AMOR.

 

Páginas:«1...3334353637383940»