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abr 18, 2011 - Poemas   

Os Tempos de solidão

Os Tempos de solidão

Por Delalves Costa

Ao enviar distâncias,
O descartável e-mail
Que afasta as vozes
Que isola os afagos
E amarra os relógios
Sequestram o tempo
E as vigas de metal.
O castelo é de areia…
O mar já não tarda
E o alicerce á deriva!
As pessoas partem,
Seguem e chegam
Como chegam as cópias
Sem tato, sem fogo.
Solitárias, obstinadas
Passam pelos dias,
Vagam pelas noites,
Passam pelas ruas,
Vagam pelos fatos
E negam a si mesmas.
Fronteiras já não há…
O que há são curvas
E distâncias: solidão
Sem direita e esquerda
Sobre a linha tênue;
Solidão enunciativa
Num virtual percurso
Entre o lá e o só!
Descartável est(a)rte
De viver morrendo
A cada metal sem flor…
E poema sem dor…
E carnaval sem cor…
A enviar distâncias,
O eco, a projeção
Da sombra curva
Sem rua, sem teto
Pelas paredes da caverna!

abr 18, 2011 - Poemas   

As Sensações

As Sensações

Por Delalves Costa

Não falas comigo! Teu cheiro de flor
me arranca dos olhos.
A pouco, me trazias a infância
e punhados de sinestesia…
Teu perfume, ouvi-lo
me deixou quase desvozeado.
Mas cego, ainda apalpo
a beleza que nega o agora
para ser no amanhã
o nosso outro primeiro encontro.

abr 14, 2011 - Poemas   

As Sensações

As Sensações

Por Delalves Costa

Não falas comigo!
Teu cheiro de flor
me arranca dos olhos.
A pouco, me trazias a infância
e punhados de sinestesia…
Teu perfume, ouvi-lo
me deixou quase desvozeado.
Mas cego, ainda apalpo
a beleza que nega o agora
para ser no amanhã
o nosso outro primeiro encontro.

abr 13, 2011 - Poemas   

Tu és Luz!

Tu és luz!

Por Leda Saraiva Soares

Luz não foi feita para ser escondida debaixo da cama.
Não se coloca um lustre, um candeeiro sob a mesa…
Luz é dom!
Luz é vida!

O brilho ilumina e dá vida …
Os dons não podem ser enterrados.
No Evangelho há uma parábola sobre isso.

Quem brilha não tem culpa de ter recebido intensa luz
Quem brilha não precisa dar explicações
A quem se ofusca…

Deixe-se brilhar naturalmente.
Permita-se brilhar sem culpa…

abr 11, 2011 - Poemas   

Entre as estrelas não existe inveja

Entre as estrelas não existe inveja

Por Mário Feijó, 11.04.11

Há no céu
Uma infindável
Quantidade de estrelas
Convivendo em harmonia…

Umas maiores
Outras menores
Mas o espaço
É suficientemente grande para todas…

Há harmonia
E as pequenas estrelas
Sem qualquer ciúmes
Convivem bem com o brilho das maiores…

Nenhuma delas
É “cobra” que devora o vagalume
Por inveja de seu brilho
Porque o universo é espaçoso para todas…

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