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ago 4, 2011 - Poemas   

Amor descomunal

Amor descomunal

Por Mário Feijó, 04.08.11

Eu poderia ser árvore
Não ter nenhum sentimento
Ou poderia ser até
Uma pedra fria

Como também poderia
Ser apenas um passarinho
E pra você construir meu ninho
Sem ter amor por você

Amor é coisa de gente
Não é apena cio
Ou um instinto animal

E se um dia eu renascer
Penso que por ti ainda vou ter
Este amor descomunal…


Eu poderia ser árvore
Não ter nenhum sentimento
Ou poderia ser até
Uma pedra fria

Como também poderia
Ser apenas um passarinho
E pra você construir meu ninho
Sem ter amor por você

Amor é coisa de gente
Não é apena cio
Ou um instinto animal

E se um dia eu renascer
Penso que por ti ainda vou ter
Este amor descomunal…

Mário Feijó
04.08.11

ago 4, 2011 - Poemas   

As chuvas torrenciais

As chuvas torrenciais

Por Suely Braga

As chuvas torrenciais lavam os rostos com lágrimas de tristezas. Lavam as almas e os corações. Penetram na terra, alagam as plantações. Lagoas e rios transbordam. Deixa desabrigadas as populações ribeirinhas. As chuvas torrenciais destroem as esperanças dos agricultores. Deixam as pessoas sem amparo e proteção.

ago 1, 2011 - Poemas   

Discurso feminino

Discurso feminino

Por Titi Martins

Não posso te amar
dei a mim o direito de não ser mais um lençol em sua cama
amarrotado, jogado,
no qual quando queres toca,
procura alinhar da melhor forma a ser usado.

E quando dar-se por cansado da minha cor, da elasticidade, do meu toque em ti,
substitui, pelo primeiro que vê no armário sem que precise ter fina estampa o que importa é mudar, a troca recompensa
e não é o habito pelo novo, é o poder de mostrar a todos os visitantes que há variedades.

Senti muita dor enquanto passava suas mãos em mim, tinha o rancor das madeiras a querer me dizer que era mais um no teu leito.

As rugas que fingia ser de prazer eram de saber que hoje estou sobre seu colchão e amanhã bailarei no varal e nem mesmo aos outros poderei acenar.

Há outros a querer me pôr sobre seu descanso, mas eu, do varal desejei, muitas vezes, ser novamente usada, sem precisar que venham outros lençóis antes de mim.

Me despeço!

Foi preciso ti ver enrolado em um pano velho para saber que mesmo não sendo de seda, consigo ser bem melhor que retalhos.

Não peço que me recolha de nenhum varal, pois para você quero estar trancafiada em um armário.
Darei o meu colo a ser travesseiro daquele que desejar me ter além de um lençol.

ago 1, 2011 - Poemas   

Sedução e mistério…

Sedução e mistério…

Por Solange Barbosa de Almeida

Quando se fala em amor é difícil descrever o que se sente…
as palavras ficam temerosas…
o medo de se expor…
de falar o que o coração está cheio…
Ao mesmo tempo que eu ouso desvelar as profundezas de minha alma no que escrevo,
evito declarar excessivamente minha intimidade,
meus pensamentos, minhas dúvidas e certezas,
minhas contradições…
Eu sou um mistério para mim mesma…
Nossa… a vida sempre superexigiu de mim
e eu sempre superexigi da vida,
sou uma pessoa impulsiva sim…ajo quase que imediatamente diante de uma idéia… de um sentimento…não consigo controlá-los…
Intuição ou imaturidade?
Não sei,
tento descobrir, acertando e errando…
não sou madura o bastante ainda e acho que nunca serei,
mas as vezes diante dessa imaturidade tenho uma clareza das coisas, uma lucidez…muito perceptível
que me leva a pensar que a clareza da realidade é um risco…
eu não entendo aquilo que entendo,
me vejo profundamente com um coração que por vezes percebe que pretende por em palavras algo inatingível…
sobretudo, alguém com um coração que sente uma alegria intrépida e leve diante do que mais ama…
me dou então, sem restrição…
sem procurar saber quem sou …

jul 28, 2011 - Poemas   

Saudades

Saudades

Por Evanise Gonçalves Bossle

A leve brisa que sinto
em meu rosto lembra você.
A melodia que ouço ao longe
lembra você.
Saudades suas, lembranças suas,
toda angústia, lembra você.
E o que fazer… talvez esquecer…
A brisa forte levou você
pra longe daqui.

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