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jan 3, 2012 - Poemas   

Apenas mulher

Apenas mulher

Por Mário Feijó, 03/01/2012

Algumas mulheres nascem
Com o destino de serem santas
Outras apenas puras
E algumas para serem apenas mulher

Eu conheci uma que era assim
Não tinha nada de santa
Jamais pretendeu ser pura
Porque era verdadeira

Mas em momento algu
mDeixava de ser mulher
Era mulher quando me amava
Era mulher quando protegia os filhos
Era mulher quando respirava
E continuou sendo ainda
No dia em que parou de respirar

Não era pura, nem santa
Não era cruel, nem mesquinha
Porque tinha amor em demasia
Era alguém que pedia
Era alguém que sabia se doar…

jan 2, 2012 - Poemas   

Prova de fogo

Prova de fogo

Por Mário Feijo, 02/01/2011


Havia sempre um sorriso no teu rosto

Se nele haviam mentiras

Elas tinham gosto de verdade

Um jeito fresco de tarde amena

Que me faziam muito bem

E agora que aqui não estás

Nem tens como te defender

Querem te tachar de trapaceira

Mas trapaceiros são todos aqueles

Que fazem qualquer coisa por dinheiro

Não havia como ter mentiras

Por detrás de todos os teus sorrisos

Não tinham como ter mentiras

Nos raios de pratas que tu exalavas

Os teus beijos eram mais sinceros

Que as nuvens que passavam

Algumas delas escondiam lágrimas

Mas dos teus olhos apenas caiam chuvas…

dez 29, 2011 - Poemas   

O despertar de um novo ano

O despertar de um novo ano

Por Suely Braga


Ano Velho desaparece.

Voa para o infinito.

deixa uma nuvem de saudade ,de lembranças.

Ano Novo desce numa dourada carruagem.

Traz na bagagem

vida,expectativas esperança.

Cristais tilintam.

Borbulham champanhas.

No ceu o cintilar das estrelas

confunde-se com a pirotecnia dos fogos de artifícios.

Abraços apertados,

alongados ,plenos de afeto ,de amor

Abraços vazios despidos de sentimentos.

Na areia branca da praia ginga o Iemanjá.

O planeta desperta com o rufar dos tambores.

O som da trombeta anuncia um Novo Ano.

O mundo gira veloz na roda do tempo.

dez 23, 2011 - Poemas   

O Natal que eu queria

O Natal que eu queria

Por Suely Braga

Eu queria um Natal
sem fome.
Onde a Paz
florescesse  entre os homens,
Onde não imperasse
a maldade e a arrogância,
nem a corrupção
e a violência.
Sem guerra, sem genocídios,
Sem injustiças, nem exclusão.
Onde todos se amassem como irmãos.
Não uma festa de Noel.
A grande comemoração
fosse para Aquele
que trouxe a Salvação.
Uma festa de igualdade,
de fraternidade,
de solidariedade.
Onde reinasse
o verdadeiro espírito do Natal.
E que todos comemorassem com emoção,
o nascimento do Deus Menino de Nazaré
Com alegria, Amor e Fé.
Com Esperança de um novo mundo.
Que todos os dias do ano fossem Natal.

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