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jun 12, 2013 - Poemas   

Tu

Por Célia Jurema Aito Victorino

Tu…
Que, quando estive pesarosa e triste
Fizeste-me entender no consciente
A verdadeira história do prazer
Tu…
Que, quando odiando ao mundo e a mim mesma
Deixava a minha vida solta a esmo,
Ensinaste-me a viver e a amar
Tu…
Que, com teu carinho e tua bondade
Fizeste-me antever felicidade
Quando não a esperava nunca mais
Tu…
Que, me entregas a alma plena de desejo,
Me dás a vida no calor de um beijo e
Faz tudo o que me satisfaz
Tu…
Que, por viveres pra sempre no meu pensamento,
Por nunca me esqueceres um só momento,
Por compreenderes minha incompreensão
E aceitares tudo o que aceito…
Aceita, meu querido, o meu respeito,
Aceita, meu amor, meu coração!

maio 9, 2013 - Poemas   

Mãe

Por Suely Braga, Osório, 08 /05/2011.

Mãe palavra pequena,
profunda,
serena.
Primeira palavra balbuciada
nos  lábios da criança.
Mãe esperança.
Saudada nas canções e poesias.
Mãe alegria.
Mãe carinhosa.
Mãe corajosa.
Mãe educadora.
Mãe sofredora.
Mães da “Plaza de Mayo”
pranteando  os filhos desaparecidos.
Mãe, Maria no CALVÁRIO.
Mãe geradora
trazendo no ventre a vida.

Mãe trabalhadora
tantas  vezes oprimida,
desiludida,
perseguida.
Mãe de todas as raças,
todas as etnias.
Mães do mundo inteiro.
Neste Dia Alvissareiro,
mereces  homenagens,
as bênçãos e graças
do Senhor da  Criação.
Mereces muita gratidão
de  todos os filhos teus
por  tua grandiosa Missão

maio 8, 2013 - Poemas   

Efeitos do Sol Poente

Por Artur Pereira dos Santos

Tua imagem, em verde e dourado.
Verde dos campos, lagos e matas.
Teus braços abertos, enamorados;
Dourado de ti e de teu esplendor.
Do sol da manhã ou do breve poente.
Dourando teu corpo e do que ele é coberto.
Do teu colo com sombras de ti sorridente.
De teus seios arfantes, que mesmo encobertos.
Exalam o perfume dos caminhos do amor.

abr 15, 2013 - Poemas   

Loucura

Por Suely Braga
Osório, 16.06.2012

Na gruta fria e isolada.
Na noite escura, gélida.
Enrolado no velho cobertor.
Sob a luz frouxa da lamparina.
Ele faz versos desconexos.
Canta a alegria e a dor,
a vida e a morte,
o desencanto
e o encantamento.
No lamento
de sua densa,imensa solidão
canta o poeta louco.

abr 15, 2013 - Poemas   

Quem és tu?

Por Carmem Regina Oliveira

Neste momento
Imagino quem sejas
Enquanto percorro
Esta folha de papel

As letras são carícias
Em tua pele.
Tu és a folha de papel
Minha caneta te alisa

Sou aqui o ser
Que te deseja
o ser que te idealiza.

E de repente tudo se transforma
Fugindo a regra somem
A folha e a caneta
Perco o controle do desejo
que estava no papel escrito.

 

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